Ontem fomos às tumbas Saadiis, nada místico, apenas de um povo que invadiu a região por um tempo. Tem algumas salas bem bonitas com arte islâmica, mas para quem viu Alhambra, a rota da seda e India, é difícil ficar impressionada.
Fomos para a Praça almoçar e nos despedirmos porque o resto do tempo iríamos para o hotel arrumar as coisas, descansar um pouco, porque vida de turista não é moleza não! Conseguimos fazer uma boa arrumação de malas e havíamos combinado de jantar no hotel. A Chef fez uma comidinha especial para nós, deliciosa: de entrada uma sopa fria de pepino com creme de leite, depois um Tagine de carneiro com tomates e figos, acompanhados de cuscuz e como sobremesa torta de limão. Vinho na cabeça...no hotel eles serviam vinho de Méknes, o único fabricado aqui.
É impressionante como ninguém bebe. Não servem em lugar nenhum, a não ser em alguns hotéis ou riads. Como o nosso riad é de um casal de franceses, não tem essa restrição muçulmana.
O Marcos estava no paraíso, por outro lado, podendo fumar em qualquer lugar, até dentro de elevador. Essa moda não chegou aqui ainda. Está sempre de altos papos com Abdu, o garotão que nos serve aqui e nos trata como príncipes.
Ficamos com pena de ir embora de Marrakesh, é um lugar muito doido, mais ainda que Rishkesh (só que de outra maneira), um pouco parecido com a feira de Ashgabat no Turcomenistão, só que ampliado 500 vezes.
Voltaremos, com certeza! Quem não veio está perdendo. E, hoje em dia, dá para vir com criança, tinha montes de casaizinhos europeus, grupinhos de mulheres, 2 ou 3 juntas. Não é necessário guia, dá para se virar muito bem sozinhos. Muitos falam espanhol, inglês, a comunicação é totalmente possível. Se tiver dirhams então...nem precisa abrir a boca.
Amanhã alugaremos um carro novamente e vamos para Rabat e depois Méknes e Fes, a capital espiritual do Marrocos. Vamos ver...
Um comentário:
Dá pra fazer uma exposição de fotos só de "janelas e portas"! hehehe. Maravilhosas!
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